
Soa muito estranho, mesmo, propor um entendimento à base do sentimento, antes das palavras, dos nomes das coisas e fenômenos, para humanos que, sob o domínio da linguagem objetiva, perderam, ou se perderam na (objetividade da) natureza de sua espécie.
É inegável que sempre resta um pouco ou a esperança da volta do sentido do racional.
Este, o raciocínio, jamais, no prícipio, foi conquistado para fazer oposição ou adestrar o animal "irracional(?)".
Aqueles que crêem que no sentimento não há matemática, tem uma visão errada da, por exemplo, Arte, excluindo as modalidades que se transformam em objeto, digo da arte de viver.
E a Vida não cobra racionalidade, tampouco "irracionalidade(?)", mas cada ser vivo deve cumprir plenamente seu sentido.
E ao sentido humano compete convergir tanto o racional quanto o "irracional(?)".
Este equilíbrio de forças é fundamental para, por exemplo, se sentir feliz.
Portanto, voltando a questão da LINGUAGEM, o nome, das coisas e fenômenos, não pode ser somente objetiva, não deve ser apenas um instrumento ou ferramenta da razão.
Existem seres vivos "irracionais(?)" que, se acaso fossem racionais(no sentido pleno deste nome), talvez fariam um melhor trabalho e arte para, por exemplo, salvar o planeta; começando, isso é racionalmente óbvio, por um infalívio controle de natalidade.
Existe a perfeição? Existe!!!
Ou, existiria se este sentido de vida não tivesse tão precário sentido do NOME.
Para finalisar, tomemos outro precário sentido do nome: Amor.
Eu penso que o amor era tão somente uma das ações de salvação, quando esta é, sine qua non, ou era, infelizmente, a melhor atitude de preservação da Vida.
Mas a "roda da vida", de Chico Buarque, ou o "moinho", de Cartola, tornou tudo tão miserável.
É inegável que sempre resta um pouco ou a esperança da volta do sentido do racional.
Este, o raciocínio, jamais, no prícipio, foi conquistado para fazer oposição ou adestrar o animal "irracional(?)".
Aqueles que crêem que no sentimento não há matemática, tem uma visão errada da, por exemplo, Arte, excluindo as modalidades que se transformam em objeto, digo da arte de viver.
E a Vida não cobra racionalidade, tampouco "irracionalidade(?)", mas cada ser vivo deve cumprir plenamente seu sentido.
E ao sentido humano compete convergir tanto o racional quanto o "irracional(?)".
Este equilíbrio de forças é fundamental para, por exemplo, se sentir feliz.
Portanto, voltando a questão da LINGUAGEM, o nome, das coisas e fenômenos, não pode ser somente objetiva, não deve ser apenas um instrumento ou ferramenta da razão.
Existem seres vivos "irracionais(?)" que, se acaso fossem racionais(no sentido pleno deste nome), talvez fariam um melhor trabalho e arte para, por exemplo, salvar o planeta; começando, isso é racionalmente óbvio, por um infalívio controle de natalidade.
Existe a perfeição? Existe!!!
Ou, existiria se este sentido de vida não tivesse tão precário sentido do NOME.
Para finalisar, tomemos outro precário sentido do nome: Amor.
Eu penso que o amor era tão somente uma das ações de salvação, quando esta é, sine qua non, ou era, infelizmente, a melhor atitude de preservação da Vida.
Mas a "roda da vida", de Chico Buarque, ou o "moinho", de Cartola, tornou tudo tão miserável.
24 de Abril de 2009 01:10
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E quantos nomes mais tem sentido tão precário!!!
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E quantos nomes mais tem sentido tão precário!!!


