
quando crê e pára de pensar.
Desde o primeiro texto, aqui,
quis romper com este "trote".
A vida fora daqui, deste limite virtual, é e não é verdade, e, assim, enquanto vida, nada diferencia dentro e fora.
Mas quanto a aplicação da verdade e da mentira é preciso jamais confundir tanto os espaços quantos os tempos, claro, nos relacionamentos entre as pessoas.
A virtualidade, quando compartilhada por duas ou mais pessoas, não afasta nem a espacialidade total, que cobra a capacidade de cada uma, se assim houver necessidade de uma ampliação para além da simples ideia, nem também a temporalidade imediatamente infinita, porque esta é inerente ao conceito de existência.
Não é incomum crer que, por ser virtual, um espaço/tempo não remeta a um sentido de vida.
Esta crença normalmente cria aquela confusão na aplicação e aceitação dos juízos - verdade ou mentira - e a amplifica a tal ponto que as pessoas perdem a noção da diferença, e ordem no mundo real, do que é existência e o que é essência desta.
Gostaria de continuar depreendendo sobre tais variantes de confusões e ou crendices, mas me sinto, talvez pelo exíguo comprometimento que me reservam as pessoas no espaço/tempo aqui e fora daqui, como se serrando os próprios pés aos quais me sustento.
Os questionamentos mormente criam mais esta confusão, o que atrapalharia muito o objetivo deste post: uma apreciação da entrevista concedida pela A. ao jornal A Voz da Pedra.
Como avalista deste pequeno rabuje particular, tenho também outro sentimento, e este praticamente certo, de que ela, todavia o alvo oportunamente isolado de meu interesse, não está sequer prestando a mínima atenção na minha existência e também sequer remotamente está preparada para perceber a minha essência (?).
E a prova mais rigorosa da inexistência de mágoas é o pertinente título.
Poderia também, subjetiva ou objetivamente, mencionar alguns dados históricos, embora escassos, sobre o ambiente familiar, e ou suas compreensões e gostos culturais, mas isso soaria como a mais pérfida crítica; quase sempre muito mais apaixonada do que amorosa.